Sobre Viajar e Eternizar Momentos

Sobre eternizar momentos

Meu pai sempre diz que sou o tipo de pessoa que vive no mundo e passa férias em casa. Dito isso, você pode imaginar que sou uma pessoa que adora viajar. =D

Eu levo muito a sério aquela frase que diz: viajar é a única coisa que você compra e que te deixa mais rico. Levando isso em consideração me considero uma pessoa milionária, porque tenho muitas viagens e muitas memórias nessa minha linda trajetória de viajante incansável.

Sou uma pessoa aficionada por fotos, não sou do tipo que estuda os melhores ângulos ou os melhores comandos de uma câmera que trabalha no manual. Eu gosto mesmo é de registrar o momento, no automático, com ou sem foco. Eu só preciso eternizar o momento! Por que sim, sou dessas – vivo um pouco do passado! Acho que ele me fortalece e me ajuda a não esquecer tudo o que eu já vivi nessa vida.

A minha paixão por viajar é tão grande que se tornou o meu trabalho. Eu sei, você está pensando: que sortuda! Sou mesmo, sou sortuda por trabalhar com o que eu amo! Assim como um médico trabalha com o que ele ama e um publicitário também, e por aí vai…

Hoje eu viajo para trabalhar e trabalho para viajar.

Viajar e eternizar momentos são duas coisas tão forte aqui dentro, que meu marido um belo dia me deu o melhor presente que eu poderia ganhar: uma pulseira com três berloques extremamente significativos para nós dois. Uma orelha da Minnie (nosso noivado), Torre Eiffel (uma viagem inesquecível) e o Coliseu (nossa primeira viagem juntos) o presente veio com o seguinte cartão: para você jamais esquecer da nossa história.

Para a minha alegria e para a dele, desse dia em diante eu praticamente ganho berloques em todas as datas comemorativa. E mais, eu ainda ganho um novo berloque a cada viagem. Ali está a minha história eternizada em forma de berloques, e eu sou capaz de sentar por horas e te contar o significado de cada um deles.

Gostei tanto da brincadeira que a família já captou a essência! Se for dar presente para a Mayte, de berloques! Mas com uma condição: que conte uma história.

A pulseira se tornou tão significativa que hoje eu moro em outro continente e nela eu levo afilhados, amigos, cachorro, dias especiais, viagens em família e por aí vai…Quando a saudades aperta eu me conecto com uma “simples” pulseira e busco nela a alegria dos bons momentos já vividos para levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.

Por Mayte Scaravelli

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